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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Internet móvel ajuda jornalistas em Beirute
Internet móvel ajuda jornalistas em Beirute
Postado por mcavalcanti
Por Tariq Saleh (*)
Um pequeno modem de conexão USB e um computador laptop. Com esta combinação, uma pessoa está habilitada a utilizar a Internet seja em casa, na cafeteria ou de qualquer lugar dentro da área de cobertura.
No Líbano, o serviço de Internet móvel foi lançado no final de 2006 pela Cedarcom, provedora libanesa de telecomunicações, em parceria com a japonesa Kyocera.
Para jornalistas, este modem móvel, conhecido como Mobi, veio em boa hora.
Até então, profissionais de imprensa (ou suas empresas) eram obrigados a pagar fortunas por modems via satélite que cobrem regiões inteiras, como, por exemplo, o Oriente Médio e partes da África. Com o Mobi, a área de cobertura fica mais reduzida, mas o preço é mais em conta. Existem vários planos, e os provedores no país oferecem facilidades no mesmo estilo das empresas de telefonia móvel no Brasil.
Há dois tipos de modem: via conexão USB ou via cartão PCMCIA, ambos custando US$ 200,00. Após adquirir o aparelho, o usuário pode comprar cartões pré-pagos que permitem usar o serviço por um mês. O preço básico custa US$ 50,00, possibilitando utilizar um total de 2.5 GB de troca de download/upload mensais (entre meia-noite e 8 horas é gratuito). Há também planos pós-pagos.
No Líbano, a tecnologia Mobi opera com velocidades de 512 kbps e 1024 kbps. Comparado ao Brasil, o país do Oriente Médio está à frente na tecnologia de Internet sem fio, conhecida como wireless, já que o sistema de ADSL, a chamada banda larga, recém entrou no local e custa muito caro. Com isso, os modems móveis mexeram com o mercado e vêm se expandindo.
Por enquanto, a cobertura está restrita à Beirute, a algumas áreas nos arredores da capital e a cidades como Trípoli e Faraya. Mas a rede vem se expandindo e prova sua utilidade para diversos profissionais, como os de imprensa.
Jornalistas no Líbano (inclusive eu, já que também adquiri um Mobi) podem se beneficiar da mobilidade para cobrir eventos e enviar seu material no local.
*Tariq Saleh é jornalista e correspondente estrangeiro para a BBC Brasil em Beirute, cobrindo Oriente Médio e África. É colaborador da Folha de S.Paulo, revistas brasileiras e estrangeiras e produtor de TV freelancer.
Postado por mcavalcanti
Por Tariq Saleh (*)
Um pequeno modem de conexão USB e um computador laptop. Com esta combinação, uma pessoa está habilitada a utilizar a Internet seja em casa, na cafeteria ou de qualquer lugar dentro da área de cobertura.
No Líbano, o serviço de Internet móvel foi lançado no final de 2006 pela Cedarcom, provedora libanesa de telecomunicações, em parceria com a japonesa Kyocera.
Para jornalistas, este modem móvel, conhecido como Mobi, veio em boa hora.
Até então, profissionais de imprensa (ou suas empresas) eram obrigados a pagar fortunas por modems via satélite que cobrem regiões inteiras, como, por exemplo, o Oriente Médio e partes da África. Com o Mobi, a área de cobertura fica mais reduzida, mas o preço é mais em conta. Existem vários planos, e os provedores no país oferecem facilidades no mesmo estilo das empresas de telefonia móvel no Brasil.
Há dois tipos de modem: via conexão USB ou via cartão PCMCIA, ambos custando US$ 200,00. Após adquirir o aparelho, o usuário pode comprar cartões pré-pagos que permitem usar o serviço por um mês. O preço básico custa US$ 50,00, possibilitando utilizar um total de 2.5 GB de troca de download/upload mensais (entre meia-noite e 8 horas é gratuito). Há também planos pós-pagos.
No Líbano, a tecnologia Mobi opera com velocidades de 512 kbps e 1024 kbps. Comparado ao Brasil, o país do Oriente Médio está à frente na tecnologia de Internet sem fio, conhecida como wireless, já que o sistema de ADSL, a chamada banda larga, recém entrou no local e custa muito caro. Com isso, os modems móveis mexeram com o mercado e vêm se expandindo.
Por enquanto, a cobertura está restrita à Beirute, a algumas áreas nos arredores da capital e a cidades como Trípoli e Faraya. Mas a rede vem se expandindo e prova sua utilidade para diversos profissionais, como os de imprensa.
Jornalistas no Líbano (inclusive eu, já que também adquiri um Mobi) podem se beneficiar da mobilidade para cobrir eventos e enviar seu material no local.
*Tariq Saleh é jornalista e correspondente estrangeiro para a BBC Brasil em Beirute, cobrindo Oriente Médio e África. É colaborador da Folha de S.Paulo, revistas brasileiras e estrangeiras e produtor de TV freelancer.
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