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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

TUTORIAL - Como escolher uma câmera digital

Como escolher uma câmera digital

As câmeras digitais atuais vêm com um monte de recursos, tornando cada vez mais fácil a tarefa de tirar boas fotos. O difícil é escolher a câmera certa.


Por isso, separamos algumas dicas para levar em consideração ao comprar uma câmera nova. Use nossa lista para encontrar os recursos principais que fazem aquilo que te interessa. E, no final, sugerimos nossas três favoritas.

Como comprar uma câmera digital


O mito do megapixel
Muitos megapixels não significam melhor qualidade de imagem mas sim maior flexibilidade ao fazer ampliações grandes ou cortar um detalhe da foto. Se você quer fotos 10 x 15 cm, uma câmera de 6 megapixels é mais que suficiente.



Samsung NV11

Dê o zoom
Procure por zoom óptico e ignore o zoom digital. O zoom digital até oferece maior aproximação, mas destrói a qualidade da imagem.

Fique firme
Modelos com estabilização de imagem ajudam a evitar fotos tremidas. E várias câmeras novas têm identificadores de faces e até de sorrisos, para evitar errar o foco.


Visor óptico
Um item essencial ao fotografar em situações com muita luminosidade (quando é difícil ver o LCD). Entretanto, a maioria das câmeras portáteis vem apenas com um visor LCD e não inclui o visor óptico.


Modos de fotografia
Grande parte das câmeras tem modos de fotografia que configuram o equipamento dependendo da situação. Um modo Retrato mantém o foco na pessoa e desfoca o fundo; um modo Esportes é bom para cliques em cenas rápidas.

Se você gosta de brincar com as configurações da câmera, procure por um modelo com modo de fotografia manual.



Canon PowerShot SD880 IS


Baterias
Algumas câmeras usam pilhas AA convencionais, outras vêm com baterias recarregáveis proprietárias. Leve isso em consideração e veja se será preciso ter uma bateria extra à mão em uma emergência. As pilhas AA são mais fáceis de encontrar, e dá para usar as recarregáveis. Uma bateria recarregável pode durar mais que as AA, mas é mais cara para substituir.

Formato de arquivo
A maioria das câmeras usa o formato JPEG, mais comum. Poucas usam o RAW, ideal para usuários que querem editar as imagens.

Cartão de memória
As câmeras precisam de um cartão de memória, na maioria das vezes padrão SD (Secure Digital). Os cartões que vêm com as câmeras costumam ter pouca capacidade, então você precisa ter um com mais capacidade (pelo menos 1 GB).

Pacotes de software
Quase todas as câmeras funcionam com o iPhone para importação de fotos da máquina. Também dá para usar um leitor de cartões para descarregar as imagens.

A maioria das câmeras vem com software, mas quase sempre as versões para Mac são desatualizadas. A melhor escolha é usar o iPhoto para gerenciar suas fotos e fazer pequenos ajustes.

Vídeo
A maioria das câmeras populares permite gravar vídeos com resolução de 640 x 480 ou 320 x 240 pixels. A qualidade não é tão boa como uma filmadora, mas quebra um galho. Modelos muito baratos não têm esse recurso.

E, claro, você pode baixar os vídeos para o iPhoto e editá-los no iMovie posteriormente. Algumas câmeras precisam de um plug-in para o QuickTime para reproduzir os filmes.



Pentax Optio A40

Nossas câmeras favoritas
A Samsung NV11 impressiona pela sua qualidade de imagem difícil de encontrar em câmeras portáteis. Tem ainda uma boa duração de bateria, diversos modos de disparo e controles manuais em uma interface fácil de usar. Para ver os vídeos, é preciso instalar o DivX Player para Mac ou o plug-in Perian, para o QuickTime.

A Canon PowerShot SD880IS tem onze modos de disparo, assim como sensibilidade ISO de até 3.200 (boa para cenas com pouca luz). Fotos tiradas com a SD880 são boas, tanto na tela do Mac quanto em papel.

Já a Pentax Optio A40 tem bom desempenho no geral. É pequena e tem qualidade de imagem muito boa, e seus modos de disparo facilitam muito o trabalho do fotógrafo. Ver os vídeos em DivX poderia ser mais simples, mas pelo menos ela cabe no bolso.

Fonte: Yahoo tecnologia

Nokia renova linha de aparelhos para crescer em mercado em queda

Nokia renova linha de aparelhos para crescer em mercado em queda
Por Tarmo Virki

HELSINKI (Reuters) - A Nokia exibiu três novos modelos de celulares, entre os quais o sucessor de seu modelo mais vendido, o 6300, em um esforço por ampliar sua participação em um mercado que está em queda.

O Nokia 6700 Classic, sucessor do 6300, modelo que se tornou um dos celulares de preço médio mais vendidos, estará à venda por 235 euros (307 dólares), desconsiderados impostos e subsídios, quando chegar ao mercado no segundo trimestre.

"O modelo deve ser um sucesso para a Nokia. Tem acabamento premium, mas será lançado ao mesmo preço que o 6300 original", disse Ben Wood, diretor de pesquisa da CCS Insight. "Ele deve se posicionar em um ponto do mercado no qual a Nokia já provou sua força".

As vendas de celulares devem despencar este ano, afetadas pela relutância dos consumidores em gastar em novos aparelhos, em meio à recessão econômica e aos grandes estoques acumulados pelos revendedores de celulares no final do ano passado.

O modelo 6700 terá uma câmera de cinco megapixels e recursos de navegação em GPS com o sistema Nokia Maps.

"Nosso novo modelo compartilha do DNA de seu predecessor, e acreditamos que será um dos nossos sucessos de vendas em 2009", afirmou Soren Petersen, vice-presidente sênior da Nokia, em comunicado.

A Nokia, maior fabricante mundial de celulares, também revelou os modelos 6303 e 2700, que devem ser vendidos por, respectivamente, 135 euros e 65 euros, excluídos subsídios e impostos.

"O 6303 oferece muitos recursos para seu preço. Pode se sair bem este ano, dado o aperto de cintos dos consumidores que talvez procurem por alternativa mais barata na troca de seus celulares", disse Wood.

O lançamento surge no início de um ano visto como difícil para o setor de celulares. Os analistas antecipam que o mercado cairá em 10,7 por cento em termos de volume, para 1,08 bilhão de aparelhos.

O varejo e as operadoras estão tentando reduzir seus estoques, depois de uma temporada de festas fraca, e isso os levou a adotar políticas agressivas de redução de preços.

Embora os revendedores em geral cortem preços em janeiro, este ano os descontos estão bem mais altos do que o costume.

Atenção à conectividade do portátil

Atenção à conectividade do portátil


Notebook precisa de conexão com o mundo. Do contrário, ele pode acabar virando um peso de papel caro. O laptop deve contar com meios para se conectar às redes das empresas, à internet e aos periféricos. Para cumprir a tarefa, os meios mais comuns e essenciais são: Ethernet, Bluetooth, Wi-Fi e modems, placas e celulares 3G.
A mais antiga e popular de todas a conexão Ethernet usa cabo com um conector ligeiramente maior (o de padrão RJ-45) do que aquele presente em cabos de telefones fixos (padrão RJ-11). A conexão Ethernet ainda é muito usada em redes corporativas e na conexão doméstica de banda larga via ADSL (Speedy e Velox). Quase todos os laptops contam com esse meio de conexão. A exceção fica com o MacBook Air, da Apple.

O Bluetooth é um protocolo de comunicação sem fio de curta distância. Dependendo da classe, ele é capaz de trocar dados com dispositivos em um raio de, no máximo, cem metros. Está presente em celulares, smartphones e periféricos, como impressoras, fones de ouvido, entre outros.

Geralmente, o Bluetooth é empregado para transferir dados da memória do celular para o laptop e vice-versa, mas uma de suas aplicações mais úteis é quando precisamos usar telefone celular como modem para ter acesso à internet em notebooks.

Famoso por conta do logotipo preto-e-branco estampado em cafés, restaurantes, hotéis, shoppings centers e salas de aeroportos, o Wi-Fi é um protocolo de rede sem fio que oferece acesso a redes conectadas à internet. Esse é o modo de conexão mais usado por donos de notebooks que vivem em trânsito e por aqueles que desejam ter uma rede doméstica livre do emaranhado de cabos e com acesso à internet de qualquer canto da casa. Modelos ultraportáteis devem já vir de fábrica com Wi-Fi, como é o caso do Lenovo ThinkPad X300, do Sony Vaio VGN-TZ35 e do Itautec N8320.

Locais públicos que dispõem de acesso sem fio à web são conhecidos como hot spots. Para usar o serviço, é preciso ter um notebook equipado com placa de acesso sem fio à web. O passo seguinte é verificar o menu de configurações e selecionar a opção "Conexões de rede" para que o portátil rastreie as redes sem fio da área. O nome varia de um sistema operacional para outro, mas o procedimento de localização de redes Wi-Fi é praticamente o mesmo.

Nas grandes cidades brasileiras, é comum encontrar hot spots, mas nem sempre o acesso à internet é gratuito. Muitos locais oferecem apenas o ponto de acesso e, nesse caso, o usuário precisa ser assinante de serviço de acesso sem fio à internet e de um provedor para usar a infra-estrutura. No caso de locais com acesso grátis, mas com redes protegidas, algo comum em cafés e restaurantes, é necessário obter o login e a senha de acesso com um atendente do estabelecimento.

Em hot spots cujo acesso é gratuito e a rede não é protegida, basta rastrear o sinal e sair usando. Uma vez conectado, o laptop passa a ter acesso a todos os recursos dessa rede, como impressoras e servidores.

Por isso, quem tem rede Wi-Fi em casa deve tratar de protegê-la com login e senha para garantir a segurança e a privacidade. Lembre-se de que o sinal Wi-Fi vai além dos limites de paredes e muros. Confira a lista de provedores que oferecem o serviço e os preços na página http://tinyurl.com/6fa9hb.

Já os recém-lançados modems e celulares 3G dependem da rede de telefonia móvel para garantir o acesso à web de banda larga. Para usar o serviço, é preciso ter um dos quatro dispositivos que permitem o acesso: um modem 3G USB, um celular 3G, uma placa PCMCIA ou uma placa Express Card.

Os pequenos modems 3G são pequenos, práticos e conectam-se facilmente aos notebooks por meio de uma saída USB. Os celulares podem usar cabos USB ou comunicação sem fio por Bluetooth. No caso das placas PCMCIA e Express Card, é preciso verificar se o laptop conta com uma entrada compatível com elas.

Dependendo da operadora contratada, a velocidade de acesso à internet pode chegar a 1 megabit por segundo (Mbps). Antes de assinar o serviço, verifique com as operadoras de telefonia celular se a sua região é coberta pela rede 3G. A velocidade de transmissão pode variar por causa do número de acessos simultâneos ao serviço em determinada área, por condições meteorológicas e regiões de sombra de cobertura, entre outros fatores.

Em São Paulo, as operadoras Claro, Vivo e Tim oferecem esse serviço por meio de pacotes mensais. A mensalidade de um pacote de acesso 3G ilimitado com velocidade de 1 Mbps custa, em média, 99 reais. As informações são do O Estado de S. Paulo/Link

Telefónica investirá no mercado de celular com sistema Linux

Telefónica investirá no mercado de celular com sistema Linux
Da Redação uol - 09/02/2009 - 12:30
São Paulo, 9 de fevereiro de 2009 – A Telefónica da Espanha anunciou que deve lançar ainda este ano celulares com sistema operacional baseado em Linux. A parceria foi firmada com a fundação Linux Movel (LiMo), que promove o uso do código aberto em dispositivos móveis.

A parceria permitirá que a operadora aposte neste filão com investimento menor em comparação ao uso de sistemas operacionais proprietários e, principalmente, terá controle sobre o desenvolvimento da ferramenta.

Segundo notícia publicada na Reuters, além da Telefónica, outras operadoras internacionais como Vodafone, Orange, a japonesa NTT DoCoMo, a sul-coreana SK Telecom e americana Verizon Wireless, também lançarão celulares equipados com o LiMo em 2009. O comunicado foi feito em conjunto antes do Mobile World Congress, evento setorial que acontece em Barcelona, Espanha, entre os dias 16 e 19 de fevereiro.

O software LiMo entrou no mercado no ano passado e até agora mais de 20 modelos de celulares equipados com ele estão disponíveis, fabricados por empresas como NEC, Panasonic e Motorola.

O aplicativo aberto é uma alternativa aos sistemas operacionais dominantes, da Nokia, Apple, Microsoft e Google.

Aplicativos portáteis colocam escritório dentro do pendrive

Aplicativos portáteis colocam escritório dentro do pendrive
Paulo Rebêlo

Para o UOL Tecnologia
Os drives USB, também conhecidos como pen drives, deixaram de ser um acessório para se transformar em ferramenta essencial do internauta.

Com um minúsculo drive, você carrega até 8 GB de documentos, músicas, filmes e fotos —é o melhor substituto do antigo disquetinho que a gente levava no bolso, com as vantagens de ser bem mais leve, menor e com mais capacidade.

O que pouca gente percebe é que os pendrives têm facilidades bem maiores do que a portabilidade, a utilidade como backup (cópias de segurança) e o transporte de arquivos.

Com eles, você pode ter programas inteiros de um jeito bem seguro e privativo, para usar na lan house ou na casa de amigos.


Programas portáteis são desenvolvidos para uso exclusivo no pendrive
LEIA MATÉRIA COMPLETA
DESVANTAGENS NÃO COMPROMETEM
MODIFICAÇÕES PODEM SER PIRATARIA
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De olho nas vantagens, vários programadores mundo afora e empresas de software resolveram investir no desenvolvimento de programas portáteis para edição de textos, planilhas, e-mail e ferramentas de internet - tudo para uso exclusivo no pendrive, sem depender do disco rígido dos outros.

Por exemplo, hoje você pode levar seus documentos do Word no pendrive, mas vai precisar de um computador com o Word instalado para abrir o arquivo, certo?

No entanto, se você tiver um programa de editor de textos que rode completamente a partir do pendrive, é possível carregar o documento sem depender de aplicativos que estejam instalados no computador.

Eis o grande trunfo dos aplicativos portáteis, que aos poucos ganham popularidade na internet e começam a fazer a cabeça de muitos usuários menos experientes, mas antenados em novidades.

A lista dos aplicativos portáteis é longa. Clientes de e-mail, browsers, pacotes de escritório, mensageiros, dicionários, editores de imagens, agenda, utilitários multimídia e assim por diante.

Quase tudo que você usa no seu computador de casa, hoje, pode ser transformado —ou baixado da internet— em forma portátil, sem necessidade de instalar nada, independente do computador que você use. Você roda o software a partir do próprio pendrive, que também contém seus documentos e arquivos.

Aplicativos para todos os gostos e tamanhos
Para começar sua jornada pelo mundo do software portátil, a visita obrigatória é o mini-portal chamado de Portable Apps (www.portableapps.com), um ambicioso projeto que reúne os principais programas de código aberto, já conhecidos do público, mas agora em formato portátil para uso no pendrive.

O sucesso dos programas disponíveis no site cresceu tanto a ponto de seu criador, John Haller, desenvolver uma interface integrada que reúne todos os aplicativos disponíveis em um menu. Você faz o download da Portable Apps Suite e terá quase tudo que precisa para se virar fora de casa.


O Open Office oferece textos, planilha, cálculo e apresentações
Entre os principais aplicativos da Suite, cujos programas também podem ser baixados separadamente, estão o navegador Firefox, o antivírus ClaimWin, o Gaim (mensageiro que conecta ao servidor do MSN, Yahoo, AOL etc.), Open Office completo (textos, planilha, cálculo, apresentações), Thunderbird como cliente de e-mail e o calendário Sunbird, além do joguinho Sudoku.

O download tem apenas 90 MB e, para usar todos os aplicativos, é preciso um pendrive de no mínimo 512 MB.

Se você quiser economizar espaço, pode baixar a versão "Lite", sem o OpenOffice, mas com o Abiword para editar textos, também gratuito, e usar a Suite em um pendrive de 256 MB.

Outras opções
A lista não acaba por aí. Também em versão portátil, baixe o 7-Zip, um compactador de arquivos bem melhor do que o famoso WinZip. O FileZilla pode ser usado para conexão FTP, ótima pedida para webmasters e quem trabalha com internet.

Há ainda o NVU, para criar homepages direto do pen drive; o KeePass para armazenar suas diferentes senhas; o Sumatra para ler arquivos PDF; o Gimp para edição avançada de imagens, e muitos outros.

Vale lembrar que o site Portable Apps é apenas um dos vários repositórios de aplicativos portáteis. Para quem usa programas de compartilhamento de arquivos do tipo P2P, como BitTorrent ou eMule, é possível encontrar diversos outros softwares para uso no pendrive.

Nem todos são legalizados, então é bom ter cuidado se você quiser ficar dentro da lei. No caso do site Portable Apps, todos os programas são gratuitos e de código aberto.

Se você tem um pendrive de 1 GB em diante, nossa sugestão é baixar o pacote completo de aplicativos, incluindo o Open Office. Com ele, você abre praticamente todo tipo de documento, inclusive aqueles feitos no Microsoft Office, seja de texto, planilha ou apresentação. É como ter um escritório dentro do pendrive.

Para aprofundar sua procura, visite a Wikipedia e veja a lista inteira dos softwares portáteis disponíveis hoje. São centenas e centenas, incluindo programas que você nunca nem ouviu falar.

A usabilidade móvel do Arizona Daily Star

A usabilidade móvel do Arizona Daily Star

Postado por mcavalcanti


Por Mario Lima Cavalcanti (*)

Um de meus atuais passatempos enquanto parado tem sido navegar por edições móveis de veículos noticiosos para saber como os conteúdos são exibidos. Faço isso a partir de dispositivos portáteis distintos (como PDAs, smartphones e telefones celulares mais modestos) a fim de avaliar a exibição em diferentes tipos de navegadores móveis (bem como a interpretação destes).

Ultimamente, muitas empresas de mídia e jornais de grande porte têm dado mais atenção ao mercado móvel, não só em termos de alianças, publicidade e modelos de negócios, mas também em relação a formas atraentes e agradáveis de exibir conteúdo em navegadores portáteis. Assim como na Web convencional, se uma edição móvel não se mostra apresentável para a maioria dos smartphones e PDAs, as chances de afastar o usuário são grandes.

Saindo dos figurões (BBC, USA Today, Washington Post etc.), que costumam lançar serviços móveis apesar de nem sempre serem sinônimos de boa apresentação ou de boa acessibilidade quando falamos em conteúdo produzido para navegadores de telefone celular (mobile browsers), recentemente um diário americano, o Arizona Daily Star, despertou minha atenção pela forma como construiu sua edição móvel, dando a opção de navegação via teclado numérico.

Com um modelo básico e comum (que exibe logotipo do veículo, menu de navegação e manchetes), o StarNet Mobile (como foi batizada a edição móvel do Arizona Daily Star) estruturou todo o seu menu (incluindo os subitens) com base na navegação via teclado. As teclas de 1 a 5 servem para acessar as cinco últimas notícias, a tecla 8 foi designada para voltar à página inicial do site móvel e as teclas 7 e 9 para, respectivamente, voltar ou avançar uma página.

Do ponto de vista do desenvolvimento (e sem me aprofundar nessa questão), a navegação via teclado é um recurso de fácil implementação. Sites móveis baseados em XHTML podem oferecer a funcionalidade a partir do atributo accesskey, que possibilita vincular uma tecla do telefone celular a um objeto (como um link). Montando um menu baseado no atributo accesskey, basta o usuário manter pressionada a tecla correspondente para acessar o item desejado.

Um pouco de história

A idéia de navegação a partir de teclas numéricas lhe agradou? Pois saiba que ela não é nem um pouco recente. Quando comecei a pesquisar conteúdo para celular, mais ou menos por volta do ano 2000, sites móveis asiáticos já faziam uso do recurso.

Na época, como no Brasil não existiam aparelhos com visor colorido (e muito menos fontes de informações sociais como Flickr e YouTube), um dos meus passatempos era procurar por fotos de telefones celulares japoneses na busca de imagens do Google. O objetivo? Apenas apreciar a estética das páginas móveis coloridas da época e começar a ter uma idéia visual da coisa toda.

No Japão, a gigante operadora móvel NTT DoCoMo introduziu em 1999 um protocolo de criação de serviços móveis chamado i-mode. Considerado o principal concorrente do WAP, o i-mode, hoje em dia baseado na linguagem iHTML (i-mode HTML), já oferecia na época a possibilidade de atribuir teclas numéricas aos menus de navegação. Basta ver a imagem ao lado. Bacana, não?

Apesar de tudo...

Como uma das tendências é o crescimento de dispositivos com tela de toque e ausência de teclados físicos (vide iPhone), talvez a idéia de navegação via teclado, se não migrada de alguma forma para os teclados virtuais, possa perder força. Mas, pelo menos por enquanto, é bom não descartar a funcionalidade. E vida longa à usabilidade móvel! Que as empresas tenham isso em mente e não joguem qualquer coisa para as telinhas. :-)

*Mario Lima Cavalcanti é diretor executivo e editor do JW.

Internet móvel ajuda jornalistas em Beirute

Internet móvel ajuda jornalistas em Beirute

Postado por mcavalcanti


Por Tariq Saleh (*)

Um pequeno modem de conexão USB e um computador laptop. Com esta combinação, uma pessoa está habilitada a utilizar a Internet seja em casa, na cafeteria ou de qualquer lugar dentro da área de cobertura.

No Líbano, o serviço de Internet móvel foi lançado no final de 2006 pela Cedarcom, provedora libanesa de telecomunicações, em parceria com a japonesa Kyocera.

Para jornalistas, este modem móvel, conhecido como Mobi, veio em boa hora.

Até então, profissionais de imprensa (ou suas empresas) eram obrigados a pagar fortunas por modems via satélite que cobrem regiões inteiras, como, por exemplo, o Oriente Médio e partes da África. Com o Mobi, a área de cobertura fica mais reduzida, mas o preço é mais em conta. Existem vários planos, e os provedores no país oferecem facilidades no mesmo estilo das empresas de telefonia móvel no Brasil.

Há dois tipos de modem: via conexão USB ou via cartão PCMCIA, ambos custando US$ 200,00. Após adquirir o aparelho, o usuário pode comprar cartões pré-pagos que permitem usar o serviço por um mês. O preço básico custa US$ 50,00, possibilitando utilizar um total de 2.5 GB de troca de download/upload mensais (entre meia-noite e 8 horas é gratuito). Há também planos pós-pagos.

No Líbano, a tecnologia Mobi opera com velocidades de 512 kbps e 1024 kbps. Comparado ao Brasil, o país do Oriente Médio está à frente na tecnologia de Internet sem fio, conhecida como wireless, já que o sistema de ADSL, a chamada banda larga, recém entrou no local e custa muito caro. Com isso, os modems móveis mexeram com o mercado e vêm se expandindo.

Por enquanto, a cobertura está restrita à Beirute, a algumas áreas nos arredores da capital e a cidades como Trípoli e Faraya. Mas a rede vem se expandindo e prova sua utilidade para diversos profissionais, como os de imprensa.

Jornalistas no Líbano (inclusive eu, já que também adquiri um Mobi) podem se beneficiar da mobilidade para cobrir eventos e enviar seu material no local.

*Tariq Saleh é jornalista e correspondente estrangeiro para a BBC Brasil em Beirute, cobrindo Oriente Médio e África. É colaborador da Folha de S.Paulo, revistas brasileiras e estrangeiras e produtor de TV freelancer.

O novo senhor do mundo móvel

O novo senhor do mundo móvel

Postado por mcavalcanti


Por Mario Lima Cavalcanti (*)

No último dia 9 de janeiro, na edição 2007 da MacWorld - evento em que a empresa Apple apresenta suas novidades tecnológicas -, realizado na Califórnia, nos Estados Unidos, Steve Jobs, presidente da companhia, apresenta ao público o tão esperado iPhone, um misto de telefone celular inteligente, organizador pessoal e iPod.

Com uma interface inovadora, o aparelho, que ganhou as capas das revistas semanais Época e Veja e enriqueceu o noticiário do JW, será vendido nos Estados Unidos em junho deste ano e na Europa e na Ásia em 2008.

Para entendermos melhor porque o iPhone é tido como o dispositivo móvel mais revolucionário dos últimos tempos, conversamos com o especialista em mobile Paulo Henrique de Oliveira Ferreira, diretor da Accenda – empresa brasileira de consultoria em marketing - e mestre pela USP em comunicação e tecnologias móveis. Em entrevista via email, Paulo fala, entre outras coisas, sobre a nova porta aberta pela Apple, como as concorrentes devem reagir e quais devem ser os novos rumos do conteúdo/noticiário móvel. Acompanhe abaixo:

JW - Parece que a nova cartada da Apple elevou ao máximo o conceito de smartphone, podendo ser considerado um verdadeiro comunicador pessoal portátil. O que o lançamento do iPhone pode significar para o mercado móvel como um todo?

Paulo Henrique Ferreira - Um novo paradigma, que todos já esperavam, mas ninguém sabia realmente como implementar. Como escreveu o jornalista Tom Standage, o futuro da internet móvel seguirá caminhos imprevisíveis e inovadores, e terá seus próprios paradigmas. Assim como o telefone se desvencilhou do telégrafo e criou, para si, um universo próprio e extenso, a "Internet móvel" - ainda hoje muito voltada para o telefone - abrirá seus próprios e imprevisíveis caminhos. E o iPhone sintetiza esta ruptura. Apesar do "Phone" no nome do produto, aquilo não é um mero telefone. É um comunicador móvel. A vocação daquele aparelho não é apenas "ouvir e falar". É ver, falar, ouvir, tocar, conectar. Pode ser que Jobs entre para o mundo da Internet, como Bell entrou para o mundo do telégrafo: como um inventor que, ao dar continuidade ao processo de desenvolvimento de uma determinada tecnologia, rompeu com antigos paradigmas e abriu uma fase totalmente nova de desenvolvimento. Então, se a gente pensar em Wimax, telefonia VOIP, Web 2.0, TV Digital, tudo junto, a gente vislumbra que, realmente, o lançamento do iPhone é de arrepiar. As possibilidades são tão grandes quanto os violentos desafios que os diferentes setores da indústria, profissionais e governos têm pela frente. O iPhone apenas catalisa e simboliza toda esta potencialidade e, por isso, com razão, causa todo este espanto e frisson.

JW - Você já tem alguma notícia sobre o lançamento do iPhone aqui no Brasil?

PHF - Por enquanto não. Como o lançamento é recente e a Apple tem uma relação de exclusividade com a Cingular, os usuários brasileiros vão ter que esperar alguns movimentos comerciais das empresas envolvidas, antes de poderem utilizar o iPhone por aqui. Ainda faltam alguns meses para o lançamento nos Estados Unidos. Na Europa, a expectativa é que o lançamento aconteça mais para o final de 2007 e, na Ásia, em 2008. Então, tudo é muito novo e qualquer palpite é mera especulação. Por enquanto, só nos resta olhar de longe esta belezinha... =)

JW - Sei que existem acordos entre empresas, "regras" de mercado, mas por que, nos dias atuais, um dispositivo como o iPhone continua demorando tanto a chegar no Brasil? Daqui a dois anos provavelmente já teremos algo mais evoluído em relação ao iPhone.

PHF - Bom, acho que não vai demorar 2 anos. As operadoras brasileiras provavelmente já terão algumas reuniões com representantes da Apple ainda neste semestre. A operadora que trouxer o dispositivo primeiro vai agregar um componente de inovação e marketing fortíssimo. Seria este o movimento de entrada da Vivo no padrão GSM, para atrair os usuários de outras operadoras do mesmo padrão? Ou um movimento de expansão da Oi, que tem um apelo de juventude muito forte? Ou então, vai que a Claro, que tem bala na agulha, queira trazer logo o aparelho para o Brasil? Ou seria a Tim, que já faz um marketing forte baseado em inovação, com lançamentos de outros smartphones?

Enfim, como você pode ver tudo é especulação. Não dá para saber. Conversei sobre este assunto com alguns executivos do mercado de Internet móvel brasileiro e, se eu fosse "chutar" a partir destas opiniões, diria que o iPhone deva chegar no Brasil mais ou menos junto com a Ásia, talvez no natal de 2007 e no início de 2008, já com o produto lançado nos EUA e Europa. Mas isto é um chute, apenas.

Mas, como você observou, um dispositivo como o iPhone demora para chegar porque o Brasil não é um centro de inovação. E tratamos inovação aqui não apenas como desenvolvimento da tecnologia em si, mas a engenharia para também colocá-la no mercado e conquistar um mercado consumidor rapidamente. Todo este ecossistema que determina um país como líder ou seguidor no mundo da tecnologia. E o Brasil é um seguidor. Então, as empresas não olham para o Brasil como um grande consumidor de dispositivos "high-end", ou seja, muito sofisticados, pois existem outros mercados mais atraentes como o americano, europeu e asiático. Mesmo porque, a plena utilização deste produto demanda de bons pacotes de conexão à Internet através das operadoras, modelo que está progredindo, mas ainda está longe de ser viável para o consumidor médio brasileiro.

JW - Temos no mercado alguns smartphones, como o BlackBerry Pearl, o Nokia E62 e o Samsumg SGH-i321, alguns deles lançados há bem pouco tempo, que são considerados top de linha. E o iPhone chega cheio de novidades, fazendo os modelos citados parecerem (com um pouco de exagero da minha parte) ultrapassados. Como você acha que as fabricantes reagirão?

PHF - O lançamento do iPhone causou um frisson coletivo. Empresas e pessoas ficaram admiradas com a façanha da Apple que conseguiu o "óbvio": fabricar um dispositivo móvel altamente sofisticado, com interface intuitiva e com funções de iPod, telefone celular e Internet. Eu disse "óbvio" porque este sempre foi o caminho apontado pelos analistas e fabricantes. Mas conseguir fazer o mais simples e mais óbvio, muitas vezes é o mais difícil, pois, na verdade, quem conseguisse encontrar este caminho, sairia na frente.E a Apple conseguiu este feito, com maestria. Então os concorrentes terão que mudar os seus próprios paradigmas. Por exemplo, a Nokia, que, na minha visão, também preza pela simplicidade do uso de terminais móveis, terá que repensar todo seu projeto de usabilidade e interface homem-máquina. Ou seja, a Apple vai obrigar seus concorrentes a rever seus conceitos sobre como utilizar um dispositivo móvel. Se não me engano, a LG já planeja lançar um aparelho similar ao iPhone, mostrando que os concorrentes estão dispostos a tentar reverter o prejuízo que a pioneira Apple os impôs. Em suma, a Apple abriu uma nova estrada, que certamente será adotada por todos os concorrentes. Steve Jobs deu o pontapé para o início da nova etapa da comunicação móvel, que vai unir o conceito de "telefone celular", "computador conectado à Internet", "máquina fotográfica", "tocador de música pessoal", entre outros aparelhos, em um dispositivo portátil de uso simples e conexão permanente, cuja nomenclatura padrão sequer foi definida.

JW - De acordo com uma notícia publicada na Folha Online, o iPhone é exibido como revolucionário, mas alguns analistas apontaram defeitos. Apesar de tanta qualidade, quais defeitos, em qualquer aspecto, você enxerga no iPhone?

PHF - Qualquer lançamento "realmente" inovador apresenta uma série de problemas, antes de sua real adequação ao mercado. Foi assim como o próprio telégrafo de Morse e o telefone de Graham Bell, aparelhos que precisaram de anos de pesquisa e desenvolvimento para se livrarem de problemas elementares que suas interfaces e usos apresentavam. O próprio computador pessoal ainda enfrenta este processo. Então, por isso, o iPhone pode apresentar inadequações técnicas, como a falta de acesso a rede 3G ou necessidade de ajustes das redes das operadoras para algum serviços específico, como o serviço de "Voicemail", por exemplo. Mas os problemas técnicos e "falhas" são facilmente contornáveis. Os problemas reais que o iPhone vai enfrentar são de outra natureza, estão muito mais voltados para o âmbito político e de negócios, que envolvem barreiras regulatórias e padrões de mercado (por exemplo, o iPhone não roda aplicativos de Windows). Estes sim são problemas que o aparelho terá que resolver para não ser superado por entrantes tardios que vão tentar, por todos os meios, tirar a vantagem da Apple -- pioneira nesta nova fase da comunicação móvel. Resumindo, sustentar a vantagem que obteve ao ser pioneiro em um mercado desta magnitude será o principal desafio do iPhone.

JW - Em relação àquele conceito dos quatro canais de conteúdo móvel (Web, SMS, sinais ao vivo/por demanda e aplicações), saindo um pouco do assunto iPhone e entrando mais na questão da informação móvel, no mundo dos smartphones, que tipo de conteúdo informativo/noticioso você acha que vai prevalecer (se é que algum crescerá com mais força que os outros)?

PHF - Com certeza, com o rápido processo de consolidação da Web 2.0 e lançamento de aparelhos móveis sofisticados, o conteúdo noticioso móvel que vai prevalecer será multimídia. Uma combinação de textos, fotos, vídeo e alertas que devem, gradativamente, tomar conta dos serviços noticiosos disponíveis para estes terminais. No entanto, o mercado jornalístico terá que respeitar a evolução natural das redes tecnológicas, as regras de mercado e mesmo suas barreiras regulatórias. Um dos resultados que verifiquei durante minha pesquisa de mestrado foi a necessidade dos grupos de mídia acompanharem (e muitas vezes esperarem) a evolução das redes móveis. No ano 2000, para dar um exemplo concreto, o Brasil inteiro se frustrou com o barulho em torno do lançamento da "Internet móvel", liderado na época pela Telesp Celular. Aquela "Internet móvel" era, na verdade, o lento e monocromático WAP 1.0. Esta precipitação fez o mercado de conteúdo móvel já nascer sem crédito perante o consumidor o que, inclusive, atrasou o desenvolvimento de outras tecnologias móveis no Brasil, como o SMS. Até mesmo as questões regulatórias - que vão definir o futuro do WiMax, da rede 3G e da TV Digital no Brasil - são questões relevantes para o futuro do jornalismo digital móvel, independente da sofisticação dos terminais portáteis já disponíveis no mercado. Mas, sem dúvida, o caminho é promissor. Já temos serviços que oferecem SMS, vídeos, MMS e WAP por celular e geram receita significativas para grandes grupos de mídia. E este caminho não tem volta, o jornalismo digital será móvel. E multimídia. Steve Jobs, com seu iPhone, que o diga.

JW - Existe atualmente algum modelo de noticiário/conteúdo móvel caminhando nesse sentido (multimídia) ou que lhe agrade?

PHF - Não, por enquanto não existe nada realmente integrado, multimídia. Ou você tem um conteúdo em vídeo para download, ou um boletim de SMS, ou uma fotolegenda, baseada em MMS [torpedo multimídia]. Temos, para citar serviços mais avançados, algumas aplicações de podcast via celular e moblog. Mas ainda estamos na fase de desenvolver os serviços separadamente, pois o mercado ainda está estudando como obter retorno consistente com conteúdo no celular. Na Europa e no Japão já existem alguns sites que podem ser acessados por celulares que rodam vídeos e são bastante similares à Internet. No entanto, para que os produtores invistam em um serviço de jornalismo móvel realmente multimídia será necessário um mercado consumidor mais maduro, com dispositivos sofisticados e de fácil utilização - como o iPhone - bem mais disseminado entre os consumidores e com pacotes de conexões que permitam um número maior de consumidores.

JW - Você chegou a ver a nagegação Web no iPhone, mesmo através de vídeos? A experiência de navegação no Safari móvel é mais prática que eu outros smartphones? Aproveitando, como você vê a navegação Web nesses últimos modelos de smartphones e palmtops? Acha que pode evoluir para algo mais confortável?

PHF - Vi apenas a simulação. Me pareceu muito bom mesmo, bastante confortável, sobretudo utilizando o toque para a navegação. Tornou mais confortável que o palmtop e os atuais smartphones, sem dúvida. Pois estes últimos modelos ainda não oferecem uma navegação natural, seja por sua interface, ou mesmo, como já citado, pela dificuldade de real conexão à Internet através das operadoras, seja pela conectividade, quanto pelo modelo de negócio. Agora, sem dúvida o iPhone determinou o caminho da evolução destes terminais para o uso real da Internet móvel e mostrou para outros fabricantes que é possível pensar em uma navegação realmente confortável utilizando dispositivos móveis. Mas isso tudo é só o começo. Mesmo o iPhone ainda apresentará muitas melhorias em suas próximas versões.

Uso de dispositivos portáteis na produção da notícia

Uso de dispositivos portáteis na produção da notícia

Postado por mcavalcanti


Por Fernando Firmino da Silva (*)

O jornalismo contemporâneo cada vez mais se alimenta de plataformas móveis tanto para a produção quanto para a difusão de conteúdo digital. Essa tendência está sendo chamada de jornalismo móvel e se caracteriza pelo uso de dispositivos portáteis digitais como celulares, smartphones, PDAs, pendrive, notebooks, câmeras e gravadores digitais e a utilização de conexões sem fio como Wi-Fi, WiMAX, Bluetooth, GPRS, GPS e outros. O repórter tem a possibilidade de trabalhar à distância com acesso remoto à Internet e fazer o upload em tempo real do material produzido (textos, áudio, vídeos, fotos) para postagem em um site jornalístico, num moblog ou para uma edição impressa.

Tudo isso tem sido possível devido ao desenvolvimento, principalmente a partir da década de 1990, de tecnologias móveis digitais avançadas com capacidade para substituir os computadores de mesa (desktops) em diversas situações e colocar o repórter em condições de mobilidade pelo espaço urbano. O mais importante nessa perspectiva não são as tecnologias, mas a mobilidade que elas proporcionam ao repórter para que ele possa exercer suas atividades (coleta de informações, entrevistas, edição e publicação de notícias) de qualquer lugar sem a necessidade de deslocamento até uma redação física.

As conexões sem fio e os dispositivos móveis disponíveis atualmente atendem de forma plena a essa estrutura de produção jornalística móvel. Denomino essa estrutura de ambiente móvel de produção, por se caracterizar pela interface entre o espaço urbano e o espaço virtual a partir da conexão permanente (online) com o ciberespaço. Essas condições favorecem a exploração de bancos de dados visando a apuração, a construção de reportagem e a edição de material jornalístico em mobilidade. Na cobertura dos jogos do Pan, no Rio de Janeiro, e do acidente da TAM, em São Paulo, alguns jornalistas utilizaram notebooks, celulares e conexões sem fio para o envio das notícias. Nessas circunstâncias fica mais visível o uso das tecnologias móveis digitais, mas gradativamente elas vão adentrando a prática jornalística cotidiana das grandes empresas de comunicação. Como se definiria o termo jornalismo móvel a partir dessas práticas? Quais as diferenças e proximidades entre jornalista multimídia e jornalista móvel? Quais as vantagens e desvantagens do trabalho jornalístico nessas condições?

O conceito de jornalismo móvel que adotamos aqui ainda está em aberto, mas podem-se apontar algumas características que ajudam a compreender suas especificidades no âmbito do jornalismo atual. O termo mobilidade, por exemplo, não é novo e vem sendo utilizado em diversos campos do conhecimento como a sociologia, o urbanismo e arquitetura, na educação física e na comunicação. Consiste numa definição que se molda ao contexto e se metamorfoseia ao longo do tempo. No campo do jornalismo e das práticas de comunicação contemporâneas, refere-se, principalmente, à mobilidade proporcionada às pessoas pelas tecnologias para a ação do deslocamento físico, mantendo-se interface com o ciberespaço. O próprio telefone móvel - celular - nos ajuda a compreender o seu significado de forma mais concreta. A diferença básica entre o jornalista multimídia e o jornalista móvel está exatamente centrada na ênfase à questão da mobilidade. Um jornalista multimídia poderia trabalhar exclusivamente dentro de uma redação utilizando tecnologias avançadas. Entretanto, o jornalista móvel se vincula de forma mais objetiva à condição do deslocamento e da mobilidade pelo espaço urbano para o desenvolvimento da sua produção jornalística, seja em coberturas de conflitos, de acidentes, de eventos esportivos e políticos, seja de matérias factuais.

É importante perceber que com a expansão das tecnologias móveis fora das estruturas das empresas de comunicação de massa - como o celular e as câmeras digitais - essa produção também emerge dos leitores/internautas através do jornalismo participativo (ou cidadão, colaborativo, open source). Diversas situações dessas possibilidades podem ser mencionadas, como a gravação do enforcamento de Saddam Hussein no ano passado, os atentados em Madri (11 de março de 2004) e Londres (7 de julho de 2005) e o acidente da TAM (17 de julho de 2007). Experiências jornalísticas a partir do uso de plataformas móveis já começam a surgir em vários países como o do jornal News-Press, da Califórnia, nos Estados Unidos, em que os repórteres saem a campo em busca de notícias que serão produzidas e editadas em notebooks e celulares e enviadas através de conexão wireless; o projeto Voices of Africa, do Africa News, em que a equipe de repórteres espalhados por países da África do Sul utiliza tecnologia GPRS nos celulares para envio das notícias; O portal Periodista Digital, em Madri, na Espanha, onde os repórteres utilizam laptops portáteis, cartão 3G sem fio para conectar-se de qualquer lugar, e câmeras de vídeo e fotográfica digitais; e, aqui no Brasil, o Jornal de Debates, que utilizou celulares Nokia na cobertura da Feira Literária Internacional de Parati - Flip, além de diversos jornais e portais da mídia brasileira como Estadão, Folha Online, G1, Terra e Lance!.

Os recursos disponíveis nos equipamentos como nos smartphones e celulares já possibilitam fotografar, gravar vídeos, editar textos e enviar em tempo real. Para otimizar essa produção surgem aplicativos apropriados para uma cobertura móvel como o Farcast Reporter e o Mobile Reporter. Esses dois softwares funcionam como plataformas para a produção e upload de textos, vídeos, fotos e áudio diretamente para a publicação no site com a possibilidade de flexibilização quanto à escolha da seção, data e horário e anexo do material que será publicado em real time.

Outras questões relativas a esse processo que se desenvolve na combinação jornalismo, tecnologias móveis e mobilidade é o impacto sobre as rotinas produtivas dos jornalistas. Há uma nítida convergência de funções. A pauta, a foto, a pesquisa, a edição e publicação da notícia pode se concentrar num único profissional: o repórter móvel, que agora absorve uma série de atividades que antes (ou ainda) se distribuía entre pauteiros, fotógrafos, editores. Outro aspecto é que o dead line desaparece. A noção do tempo para o fechamento da matéria é o tempo real. Alterações nas rotinas produtivas, convergências de funções jornalísticas, adoção do tempo real como dead line são questões que devem ser mais bem estudadas nesse novo âmbito, pois se referem à qualidade da notícia produzida (se melhora ou piora), à qualidade de vida do profissional (se o nível de estresse aumenta ou diminui) e, principalmente, ao perfil de um novo profissional de jornalismo que lida com alta tecnologia móvel digital, novos processos de produção e uma forma diferente de percepção do espaço e do tempo.

O termo jornalismo móvel pode se expandir para outro entendimento, de que o jornalismo, a partir das tecnologias móveis, passa por modificações constantes (mutável) que perpassam as rotinas produtivas e o fazer jornalístico. Novas possibilidades abertas pelo ciberespaço e as novas tecnologias reconfiguram a relação entre repórter, espaço urbano e fontes de informação e estabelecem convergências de funções. Essas transformações se aproximam do que Zygmunt Bauman (no livro Modernidade Líquida) chama de fluído ou líquido, devido à necessidade de se adaptar às mudanças que surgem nesse novo contexto e impactam a solidez do jornalismo tradicional instaurando novas práticas.

*Fernando Firmino da Silva é jornalista e radialista, professor do Curso de Jornalismo na Universidade Estadual da Paraíba - UEPB. É mestre em Ciência da Informação pela UFPB e doutorando em Comunicação e Cultura Contemporâneas na Universidade Federal da Bahia - UFBA. Sua tese de doutorado, sobre orientação do professor André Lemos, trata da produção jornalística a partir do uso de dispositivos móveis digitais e conexões sem fio. Edita o blog Jornalismo Móvel.

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Tirar o nome das operadoras de celular que ficam no visor

Tirar o nome das operadoras de celular que ficam no visor e atrapalham a visualização das imagens quando colocadas como papel de parede!!

É bem simples:
Acesse o site http://www.gmayer.net/oplogo/blank.asp pelo WAP do celular você vai receber um logotipo em branco salve no seu celular. Ele fica transparente e não aparece mais o nome da operadora. Depois de baixado, vá em Configurações/Configurações de tela/Logo da operadora é só ativar, o logo transparente fica na tela e esconde o nome, mas a imagem que foi definida como papel de parece aparece perfeitamente! Se escolher desativar, o nome da operadora aparece novamente.
Este procedimento funciona com telefones da Nokia, não sei quais modelos, mas fiz o teste no meu 6100 e em um 3100, funcionou perfeita mente!!

Fonte: http://forum.clubedohardware.com.br/como-tirar-logotipo/208740

Usar a internet do computador [Tutorial]

Usar a internet do computador [Tutorial]



Pra todos afim de usar a internet do celular mais não quer pagar n.

Softwares Necessários
J2ME SDK da Sony Ericsson = http://developer.sonyericsson.com/ge...do?docId=65255 (Talvez precise se cadastrar é grátis), é necessário ter o instalado o Java 2 SDK(encontrado do site da www.sun.com)
Mini Opera Browser = http://mini.opera.com/builds/release...fi_myopera.jar


1º - Instele o Mini Opera no celular
2º - Instele no PC o JME SDK
3º - Criar no celular uma nova conta de dados (COnfigurações >> Conectividade >> Comunicações de Dados >> Contas de Dados >> Nova Conta)
- Tipo de Conta: Dados GPRS
- Nome: qualquer um que deseje (no meu usei Computador para facilitar diferenciá-los)
(Continuar)
- APN: vazio
- Nome do Usuário: vazio
- Senha: vazio
(Gravar)
Selecione novamente a conta de dados criada e clique em EDITAR
- Vá em Endereço IP e informe o IP do seu computador(isso e válido tbem para computadores conectados em modem router)
(Botão Voltar)
4º - Criar um novo perfil de Internet (COnfigurações >> Conectividade >> Configuração de Internet >> Perfils de Internet >> Novo Perfil)
- Nome: qualquer um que deseje (no meu usei Computador para facilitar diferenciá-los)
- Conectar com: Selecione a Conta de Dados criada no passo 3.
(Gravar)
5º - Ativar o novo perfil de Internet criado no passo 4.
6º - Liguem o cabo de dados ou o dispositivo bluetooth
7º - Verificar se a porta usada está ativada(enabled) (Painel de Controle >> Phone Monitor Options >> COM Ports), caso não esteja abilite-a.
8º - Inicie a comunicação proxy que se instalou quando instalaram o J2ME SDK da Sony Ericsson (Iniciar >> Programas >> Sony Ericsson >> J2ME SDK >> Connection Proxy)
- Informe a configuração certa clicando no icone Settings
- Port Name: Porta usada pelo cabo usb ou pelo dispositivo bluetooth
- Maximum Baud Rate: O meu tá no máximo (921600)
- Clique em Connect
- O status deverá informar que o celular está "Connected" e mostrar a imagem do celular.
9º - Abrir o Device Explorer que foi instalado com o J2ME SDK (Iniciar >> Programas >> Sony Ericsson >> J2ME SDK >> Device Explorer)
- No menu File habilite a opção Serial Networking
- Feche o Device Explorer e abra-o novamente, pois é necessario para usar as novas configurações
- Depois de aberto novamente, vá até o icone do Opera Mini no Device Explorer e dê start
- O opera Mini irá abrir no celular e apartir daí é só colocar a URL pra navegar.

OBS: Use a versão 2.0 do opera mini que funciona tranqüilo.
OBS2: O numero do seu IP é o do seu provedor não é a do seu micro não, vai ter uma sequência de números neste formato XXX.XX.XX.X correspondete ao seu IP usado na net.

Lembrando que essa dica funciona para Ips fixos e dinâmicos, sem ter que ficar alterando o ip toda vez que conecta, é uma vez só que você faz isso.

[OFF] Dica para saber qual é o seu IP

No pc vá no botão iniciar>executar e digite sem as aspas " cmd "
Irá aparecer um console do DOS
No prompt que vai estar mais ou menos assim " c:Documents and settings e bla bla bla digite o seguinte comando sem as aspas também " ipconfig/all " e será listado para você um monte de informações e lá quase no final vai aparecer o seu IP, Mascara de rede etc... esse IP ai é o que você vai usar para configurar no celular certo.

Fonte:
Clube do Hardware

http://forum.clubedohardware.com.br/use-net-seu/441120

sábado, 7 de fevereiro de 2009

Toques para celular - cerca de 800

Boa noite,
No tempo das novas tecnologias, e principalmente para quem gosta do seu telemovel divertido, ou seja, com toques engraçados, envio aqui cerca de 800.
os links são:
http://rapidshare.com/files/194883026/Toques_Engra_ados.part1.rar
http://rapidshare.com/files/194834370/Toques_Engra_ados.part2.rar
http://rapidshare.com/files/194817015/Toques_Engra_ados.part3.rar


bom proveito

Polaroid lança impressora portátil para celulares e câmeras

Polaroid lança impressora portátil para celulares e câmeras
A fabricante de artigos eletrônicos Polaroid apresentou na CES 2008 uma impressora portátil para celulares e câmeras digitais, conectada via Bluetooth ou USB, que pesa apenas 220 gramas. Nos Estados Unidos, custará em torno de US$ 150 (equivalente a pouco mais de R$ 260).

O dispositivo imprime fotos em tamanho de 5 por 7,6 centímetros, que também podem ser usadas como adesivos. A grande novidade é que não utiliza tinta, mas uma nova tecnologia de impressão termal desenvolvida pela empresa americana Zink Imaging, que usa calor para ativar minúsculos cristais de cor no papel.

"Esta inovação da Polaroid devolve aos consumidores o controle sobre os conteúdos digitais, permitindo que possam compartilhá-los como eles queiram", disse Michael London, presidente da Polaroid, em comunicado.

A impressora custará, nos Estados Unidos, cerca de US$ 150.

Quando os celulares que são sensação lá fora chegam ao Brasil?

Quando os celulares que são sensação lá fora chegam ao Brasil?
LILIAN FERREIRA | Do UOL Tecnologia
Em Las Vegas


O iPhone é um sucesso e revolucionou a telefonia celular. Isso ninguém pode negar, mas ele não agrada todo mundo. Você até pode querer ou ter um, mas conhece alguém que não gosta do aparelho ou mesmo nem precisa de tudo o que ele oferece.

As empresas que fazem celulares perceberam isso e, além de desenvolverem celulares com os mesmos recursos (e até mais) que o iPhone, estão apostando em aparelhos segmentados. Na CES 2009 (Consumer Electronic Show) encontramos muitos dispositivos com telas de 3 polegadas touch-screen (é o novo padrão onde quer que você vá), mas também há aqueles focados em imagem, áudio, aventura, simplicidade e design.

Real Player para Mobile

Real Player para Mobile

TAMANHO 760 KB
FABRICANTE RealNetworks
LICENÇAFreeware

Link para download- copie e cole no navegador:

http://downloads.uol.com.br/celular/video/realplayerformobile.jhtm

bom proveito

Programa freeware - Nokia LifeBlog2.5.224

Combinação de software de PC e de celular que mantém, sem esforço, um diário multimídia dos itens criados ou recebidos pelo celular. Organiza automaticamente as suas fotos, vídeos, mensagens de texto e multimídia de acordo com uma clara cronologia que permite facilmente navegar, pesquisar, editar e guardar. Realiza o trabalho de organização dos itens que cria e recebe, e poderá ir acrescentando notas ao longo do dia ou etiquetar e atualizar os seus favoritos para que permaneçam sempre no celular.
Informações Adicionais:

Acesse http://www.nokia.com/nokia/0,,71751,00.html para fazer o download do software correspondente ao modelo de seu telefone celular. Compatível com os modelos 3230, 6260, 6630, 6670, 6680, 6681, 6682, 7610, N70 e N90.
Requerimentos e notas:

Requer:
Processador Intel Pentium de 1 GHz ou equivalente, com 128 MB de RAM;
400 MB de espaço livre em HD;
Monitor configurado com resolução de vídeo 1024x768 e cores 24bit;
Placa de vídeo com pelo menos 32 MB;
Microsoft Windows 2000 (Service Pack 4 ou mais recente) ou Windows XP (Service Pack 1 ou mais recente);
Porta ou conexão wireless Bluetooth (para conectar ao celular);
Microsoft DirectX 9.0;
Nokia PC Suite.
Roda em Windows 2000, XP

Link para download - copie e cole no navegador:

http://superdownloads.uol.com.br/download/96/nokia-lifeblog-nokia/

bom proveito

Aplicativos freeware - Nokia PC Suite é um pacote de aplicativos

Nokia PC Suite é um pacote de aplicativos para Windows desenvolvido especialmente para uso com telefones celulares Nokia. Dependendo do modelo de seu celular, permite sincronizar, editar e fazer backup dos arquivos do telefone em um PC através de conexão via cabo ou wireless.

Roda em Windows 2000, XP

Link para download - copie e cole no navegador:

http://superdownloads.uol.com.br/download/33/nokia-pc-suite/

Programa freeware - Send to Phone é um programa para envio de arquivos, fotos e e vídeos para celulares, sem necessidade de usar cabos e grátis

Send to Phone é um programa para envio de arquivos, fotos e e vídeos para celulares, sem necessidade de usar cabos e grátis.

Escolha o arquivo desejado e digite o número de telefone do aparelho que o receberá, então, em poucos minutos será enviada uma mensagem SMS para ele com o arquivo em anexo.

Compatível com as principais operadoras do Brasil.

Roda em Windows XP, Vista

Link para download - copie e cole no navegador:

http://superdownloads.uol.com.br/download/199/send-to-phone/

bom proveito

Programa freeware - Sony Ericsson Themes Creator - um criador de temas para celulares

Se você navega pela internet e não acha nenhum tema bacana para seu celular, poderiamos dizer que seria mais fácil você criar e personalizar um próprio, ou vários, à sua maneira, com o Sony Ericsson Themes Creator - um criador de temas para celulares.

O programa possui uma interface intuitiva e pode ser facilmente utilizado por quem não entende muito de informática. Ele cria temas, através do método passo-a-passo, com fotos e outras opções para mais de 60 modelos de aparelhos, entre eles:

Modelos: F500i, J210/J220/J230, J300, K200, K300, K500/K506/K508, K510, K530, K550, K600, K610, K618, K700, K750, K790, K800, K810, K850, M600, P1, P900/P908, P910, P990, S500, S700/S710, T226/T230/T238/T290, T250, T610/T616/T618/T630/T628/T637, T650, T68i/T300/T306/T310/T312/T316, W200, W300, W580, W600, W610, W660, W700, W710, V800, W810, W850, W880, W900, W910, W950, W960, Z250, Z300, Z310, Z320, Z500, Z520, Z525, Z530, Z550, Z600/Z608, Z610,Z710, Z750...
Crie seu tema, com tamanhos e fotos personalizadas, textos e caracteres de seu jeito. E bingo: o programa é grátis.

Roda em Windows 2000, XP

Disponível também para outros sistemas operacionais

Themes Creator 3.19 (em Mac)

Link para download - copie e cole no navegador:

http://superdownloads.uol.com.br/download/83/themes-creator/

Bom proveito

Aplicativo “Brasileirão 2008” faz sucesso com clientes da Claro

Aplicativo “Brasileirão 2008” faz sucesso com clientes da Claro
Postado por PauloAraujo
Aplicativo “Brasileirão 2008” faz sucesso com clientes da Claro

A Claro, operadora de telefonia celular no Brasil controlada pela América Móvil – um dos cinco maiores grupos de telefonia móvel do mundo – disponibilizou o aplicativo mobile “Brasileirão 2008” gratuitamente aos seus clientes. Em menos de um mês, foram contabilizados mais de 10 mil downloads e mais de 20 mil atualizações.

Os usuários puderam conferir notícias sobre o campeonato, além de checar os resultados dos jogos e a classificação do Campeonato Brasileiro de futebol nas séries A e B. A navegação era off-line e o cliente só pagava pelo tráfego de dados, caso quisesse atualizar a tabela para conferir os novos resultados e colocações. Caso contrário, podia ter acesso ao aplicativo sem que fosse cobrado pela navegação. A ação contou com o patrocínio da marca Rexona e foi desenvolvida em parceria com a agência F.biz.

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